Homenagem de Vida, sua Missa de Sétimo Dia coube a mim.

20140814-125354-46434807.jpg

20140814-130025-46825172.jpg

20140814-130023-46823715.jpg

20140814-130023-46823863.jpg

20140814-130025-46825077.jpg

20140814-130025-46825231.jpg

20140814-130024-46824376.jpg

20140814-130023-46823492.jpg

20140814-130024-46824886.jpg

20140814-130026-46826993.jpg

20140814-130025-46825998.jpg

20140816-120019-43219403.jpg

Anúncios

Sobre adrianathomaz

Na vida: autenticidade e coerência íntima, amor, muito amor, fé e fotografia! Educação para a morte e o morrer. Terapia do Luto, Dor e Medicina Paliativa.
Imagem | Esse post foi publicado em "adriana thomaz", luto, pessoal e marcado , , . Guardar link permanente.

Uma resposta para Homenagem de Vida, sua Missa de Sétimo Dia coube a mim.

  1. adrianathomaz disse:

    ” (…) No começo tudo é horrível: só desespero e dor. No choque inicial, palavras e gestos de conforto, embora essenciais, podem até parecer ofensivos a quem sofre tanto. Paciência com a pessoa enlutada faz parte dos cuidados em relação a ela: a dor é natural e necessária. Mas nossa frivolidade abomina silêncio, recolhimento e tristeza; queremos que o outro não nos perturbe nem ameace com suas lágrimas. Então dizemos: “Reaja! Não chore! Controle-se!”, embora seja até perverso exigir isso de alguém que está de luto. Uma jovem reclamou que sua mãe, viúva, não parava de chorar. Desconfiei daquela vagamente irritada preocupação e perguntei: “Quanto tempo faz que seu pai morreu?”.

    A resposta veio imediata: “Quinze dias”. Sugeri que ela deixasse a mãe com seu sofrimento, para que um dia ela pudesse se recuperar. Porque, mesmo que não haja verdadeiro consolo, existe a possibilidade de, a seu tempo, cada um se recompor. Ainda que a gente nunca mais seja a mesma, mudar não é tornar-se pior. Faz parte desse processo, entender que a melhor homenagem a quem se foi é viver como ele gostaria que a gente vivesse. Esse é um dos segredos de não sobreviver como vítima que se arrasta indefinidamente, mas como quem reencontrou em si, de uma outra forma, o que parecia perdido. (…)

    Lya Luft

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s